sexta-feira, abril 18, 2003

- bocejo -

Espantoso. Como a multicolor multidão de dias converge para este mesmo início, não restringido a nenhum tempo, nenhum espaço, zero, só à transição do comando, do sub para o consciente.
E como nunca me tinha apercebido tão bem.. por mais óbvio que fosse, não mencionado, por mais natural, não insignificante.
E, tal como este parágrafo que acabei de escrever, paralelo e autónomo do texto que o precede e segue, em nada a mão no barro, apenas. Mas necessário.

Findo isto, o dia abate-se sem estrondo. A meia vontade de ser, de estar na vida, mas completamente difusa e atrapalhada, glóbulos-balões de consistência sem alfinetes, o chá matinal, ah que bem que sabe, é congruente na medida certa. Não tem o sólido, faz pensar que fura a fila para as veias e dá fluidez ao sangue-rampa do activo e reactivo.

Bom, começo de férias, uma ou outra volta à pista, tudo igual. Também, era de esperar. Uma leve brisa de monotonia e o tempero do clima pré-verão. Alguns loops mais, e dou por mim precisamente aqui, nesta linha, onde vocês (ey, tu aí!) estão a chegar agora, empurro o cursor com bocados de côdea mental semi-mastigada. Alguns backspaces. Falta pontaria para o definitivo..

Enfim, está na altura de ter 1 blog. Acho que de vez em quando me vai saber bem, chegar aqui e zás,...
e por ora está desembrulhado. Aguardem, que mais exposições de pequenos nadas-tudos-algos virão, conforme ditar a lei que me impulsiona o súbito.

e ir assim sendo os quadros de mim..